sábado, 4 de abril de 2020

Dia 22

Hoje, em pleno século XXI atormento-me com uma questão filosófica do século XVIII: "Se uma árvore cai na floresta e ninguém estiver perto para ouvir, será que ela existiu?"
É claro que não me preocupo com as árvores que caiem a quilómetros daqui, mas com o facto de ir bater palmas ao pessoal médico e ao alcance da minha vista só ter uma avenida deserta e uma estação de comboios vazia. Será que existo se bater palmas e nenhum médico ou enfermeiro me ouvir?

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