Hoje, em pleno século XXI atormento-me com uma questão filosófica do século XVIII: "Se uma árvore cai na floresta e ninguém estiver perto para ouvir, será que ela existiu?"
É claro que não me preocupo com as árvores que caiem a quilómetros daqui, mas com o facto de ir bater palmas ao pessoal médico e ao alcance da minha vista só ter uma avenida deserta e uma estação de comboios vazia. Será que existo se bater palmas e nenhum médico ou enfermeiro me ouvir?
"Não devo ter medo. O medo é o destruidor da mente. O medo é a pequena morte que traz a obliteração completa. Enfrentarei o meu medo. Permitirei que ele passe por mim e através de mim. E quando terminar de passar, virarei o olho interno para ver o seu caminho. Por onde o medo passar, nada haverá. Só eu permanecerei." Frank Herbert - Duna
sábado, 4 de abril de 2020
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